
Sexta-feira, Janeiro 07, 2011
Sexta-feira, Novembro 26, 2010
Omelete de forno

Essa receita achei boa, pois não vai farinha e nem fermento.
Ingredientes:
6 ovos
1 colher (sopa) de manteiga
meia colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de orégano
1 lata de atum ralado
3 colheres (sopa) de ervilha
meio tomate picado
50 gr de queijo parmesão ralado
1 caixa de creme de leite (200 gr.)
óleo para untar
Modo de fazer:
Em uma tijela, derreta a manteiga por 10 segundos no microondas, depois junte e misture todos os ingredientes. Unte a forma com óleo e jogue a massa na forma. Leve ao forno médio (180 °C) pré aquecido por 30 minutos.
A forma tem que ter a borda alta, pois o omelete cresce muito. Na foto do omelte de forno que fiz, pode-se notar isso.
Segunda-feira, Novembro 15, 2010
Minha horta
Sexta-feira, Julho 16, 2010
Yuba e coincidências

Quando era bem pequena, quando mal sabia falar, lembro que chamava a minha irmã de Yuba, nem sei de onde achei isso, devia de ter menos de três anos, mas me lembro disso até hoje. O nome dela é Sayuri, mas não conseguia pronunciar, por isso a apelidei. Depois de alguns anos, aprendi a falar o nome verdadeiro dela e nunca mais a chamei de Yuba, pois ela odeia esse apelido...rs
Há uns três anos atrás, comentei isso com meu avô e minha mãe no almoço de domingo, meu avô disse que ouviu dizer que existi uma comunidade japonesa aqui no interior de SP que se chama Yuba. Só fiquei sabendo disso após o relato dele. Contou que era uma comunidade especial, onde todos se ajudavam, dividiam os alimentos, os lucros etc. Era inspirado nas idéias de Marx e de Rousseau. Depois vi uma reportagem na TV Recorde sobre o local e era o que o meu avô tinha relatado. Mas vi também que a maioria dos jovens não querem mais morar naquele lugar, foram para a cidade, só ficaram seus familiares mais antigos, como seus pais, avós etc.
A Globonews, na madrugada de sábado para domingo, às 00h05, apresentará uma entrevista com a fotógrafa Lucille Kansawa que fez um livro sobre Yuba e revelará a história emocionante deste lugar.
http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1607050-17671,00-COMUNIDADE+DE+YUBA+VIVE+DE+AGRICULTURA+E+ARTE.html
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Na beira do rio em Kyoto
Kyoto é conhecida no Japão como sendo uma cidade recheada de muita cultura tradicional japonesa. É lá que encontramos as gueixas, os kimonos, artesanato, ukiyo-e´s, templos, arquitetura tradicional etc. Também já foi a capital do país. Os americanos, quando jogaram a bomba atômica no Japão, decidiram em não jogar em Kyoto, pois os japoneses tem muito admiração por esse local, onde é guardado a maior parte do tesouro cultural nipônico e com isso, ganhariam ódio eterno de toda a nação japonesa, ou seja, jamais seriam perdoados por tal feito.
A foto faz parte do meu papel de parede aqui no meu computador. Não me canso de ver essa belíssima imagem. As construções na beira do rio, podem parecer palafitas ou barracos aqui no Brasil. Mas tratam-se de restaurantes, onde os freqüentadores podem admirar a bela paisagem do rio e ver as pessoas descansando após um dia cheio de trabalho. Essa foto eu tirei no final da tarde durante a minha caminhada pela bela cidade.
Segunda-feira, Junho 28, 2010
Ninguém pode saber

Gosto muito de filmes japoneses, mas não desses de samurais e ninjas, prefiro aqueles que são passados nos tempos de hoje. O filme "Ninguém pode saber" foi baseado em uma história real. Nele, é contato a história de uma mulher solteira com 4 filhos pequenos. O autor desse filme, tenta mostrar como a sociedade japonesa mudou nesses últimos anos, que as famílias daquele país não são tão certinhas como antes. Não vou contar muito a história senão perde a graça. Após assistir o filme e queira saber o que aconteceu com a mãe e os filhos na história real, me avise que eu conto.
Ninguém pode saber (Dare Mo Shiranai / Nobody knows). Japão. 2004. Direção e Roteiro: Hirokazu Koreeda.
Quinta-feira, Junho 24, 2010
Algumas coisas curiosas no Japão
Tem muitas coisas diferentes, vou postar algumas:
Banheiros no Japão

Esse aparelhinho, ao ser acionado, emite um som de fonte de água. As japonesas são muito discretas, não gostam que os outros saibam o que estão fazendo...rs. Esse barulho ajuda a disfarçar.
Preço das frutas
Esses melões custam aproximadamente, cento e cinco dólares cada um. Geralmente, eles são dados como presentes. Pelo fato do Japão ter pouca agricultura, os alimentos por lá são caros. Aqui no Brasil vc acha esse mesmo tipo de melão no bairro da Liberdade em SP por uns R$ 7,00.
Máquina que vende-se de tudo
No Japão isso parece praga, igual a Hello Kitty, aonde vc vai, vai ver essas maquininhas. Até no meio da estrada em lugares desertos tem! Vende-se de tudo: sorvete, bebida, salgado etc.

Neste vendem-se comidas quentes, bolinhos de arroz, batatas fritas, etc. Comprei cachorro-quente, o interessante é que lá em vez de mostarda, usam uma raiz forte chamada wasabi.
Garagem com elevador

Por causa da falta de espaço, em Kyoto vi essa garagem onde usa-se um elevador para poder caber mais de um carro.
Doces
Parece uma pedra, mas é um doce quentinho feito de batata-doce muito bom que só tem para comprar no castelo em Kumamoto.
Banheiros no Japão

Esse aparelhinho, ao ser acionado, emite um som de fonte de água. As japonesas são muito discretas, não gostam que os outros saibam o que estão fazendo...rs. Esse barulho ajuda a disfarçar.
Preço das frutas
Máquina que vende-se de tudo
No Japão isso parece praga, igual a Hello Kitty, aonde vc vai, vai ver essas maquininhas. Até no meio da estrada em lugares desertos tem! Vende-se de tudo: sorvete, bebida, salgado etc.
Garagem com elevador
Por causa da falta de espaço, em Kyoto vi essa garagem onde usa-se um elevador para poder caber mais de um carro.
Doces
Viagem ao Japão
Nunca pensei que conhecer o Japão fosse ser tão bom! Foi uma viagem maravilhosa de mais de 20 dias, realizado entre os dias 16/09 até 02/10 de 2009, um país muito diferente dos países do ocidente.
O que mais me impressionou, foi a educação dos japoneses. Eles se preocupam muito com o bem estar do outro, pensam no coletivo. Lembro que, mesmo estando em locais super cheios de gente, ninguém fica empurrando o outro, no metrô e trens não falam alto porque tinha gente cansada que estava dormindo, celular só se comunicam em público através de mensagens de texto etc. Lembro que estava na fila do banheiro público feminino em um local turístico, a fila era grande, mas andava muito rápido. As japonesas usavam o banheiro rapidinho, porque sabiam que tinham muita gente lá fora esperando e por isso, não podiam demorar para não prejudicar os outros.
A segurança no país também impressiona. Lá pode-se usar em público celular, máquina fotográfica, Nitendo DS, deixar a bolsa aberta, etc. Ninguém vai te roubar. Apesar que em Dubai também é assim.
É um país que quero voltar lá novamente e espero que não demore.
Minhas gatinhas
Estou com duas gatinhas aqui em casa há mais ou menos um ano. Elas estão com 1 ano e 2 meses, são irmãs e da raça persa. Pra quem acha que gato é independente, está muito enganado. Querem atenção, são apegados aos donos, onde eu vou elas vão atrás, tem que brincar com elas por pelo menos 15 minutos todos os dias. A caixa de areia precisa estar sempre limpa, água e ração tenho que trocar 3 vezes ao dia, além de pentear seus pêlos, limpar os olhos e escovar os dentes delas diariamente. Gato é um animal que ama limpeza! Uma vez por semana, limpo os ouvidos e a cada quinze dias, ofereço uma pastinha contra a formação de bolas de pêlos. Por isso, pra quem pensa em ter gatos por ele ser um animal independente, engana-se!
Sábado, Novembro 07, 2009
Tirar fotos em Dubai

Além das regras no período do Ramadã que os turistas tem que respeitar, existem outras tantas e uma delas é sobre os de tirar fotos. Aliás, quando cheguei no quarto do hotel tinha uns avisos de como deveríamos de nos comportar em Dubai e uma delas era esta.
Como cheguei cansada, pois foram quase 14 horas de vôo até lá, além de ter andado muito no aeroporto de Dubai (depois falo sobre este local), estava exausta e nem quis ler tudo aquilo. Pesquisei aqui na internet antes de ir viajar para lá sobre algumas regras de etiqueta, li que não podia tirar fotos dos nativos, aqueles que usam roupas típicas da região, principalmente das mulheres vestidas de burcas. No jantar no deserto o motorista já avisou para não tirar fotos também dos Beduínos. Mas só chegando lá é que fiquei sabendo que também não podia tirar fotos de áreas militares e de prédios do Governo. Pior que acabei tirando uma foto de um prédio do Governo e só depois que vi a foto no visor da câmera fotográfica é que percebi a placa de proibido tirar foto, mas já foi.
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